domingo, 1 de dezembro de 2013

Sobre primeiros de dezembros (e repetidos plurais)

Ano passado eu já escrevi sobre a singularidade do primeiro de dezembro.
E esse não foi diferente. Queria eu repetir cada palavra que descreveu meus exatos 365 dias atrás, mas o post é novo.
Então que não seja um post sobre primeiro de dezembro, mas sobre as 365 datas que ficaram no meio das duas pontas que tracei. Mas a memória é fraca e a emoção é forte... Talvez não dê certo.

Dores, alegrias, tristezas, sorrisos, abraços (alguns apertados), bolos de aniversário, lágrimas variadas e frequentes, cansaço, preces, sonos, sinos, pacote completo.
Pacote completo. Teve de tudo um muito nesse tempo pouco.
E sem perceber nesse meio, chegamos em mais um final de ano. E o importante é que chegamos. Porque não importa o grau a que chegamos, o importante é prosseguir decididamente. Ah, São Paulo, se ele soubesse o quanto essas palavras alegram meu coração e me dão um pouquinho mais de ânimo para pegar a minha lista de metas e decidir se irei rasgá-la ou completá-la...

Mas sempre existe uma surpresinha de expectativa diferente de outros primeiros de outros meses. Ah, e como é boa a volta da pequena centelha de esperança que nasce pequenininha, transformando essa data em uma personalização do advento para o que vier no tempinho que sobra. Tanto pode ser realizado em 30 dias, mas nesse primeiro desse mês, larga-se de mão querer realizar algo sozinho. Isso foi tentado nos outros primeiros de outros onze meses. Nesse, entrega-se, finalmente, o tanto nas mãos de quem pode intervir favoravelmente.

E isso basta.

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