quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A vida é um doce, às vezes azedo.


      Escrevi alguma coisa no facebook hoje sobre eu poder ser o meu melhor, hoje. Ah, minha boca (ou dedos?) (in)feliz. Cantarolei a vida por uns 30 segundos de alegria interior de que eu faço a diferença no mundo. E depois, comprovei que por mais que as pessoas gostem de doces bem açucarados, muitas não sabem ser doces.

     Chame de milindre, se quiser, mas me chateia ver que muitas vezes não damos o valor necessário ao encontro com o outro. Qualquer outro. Moisés precisou tirar as sandálias dos pés ao reconhecer que entrava em território sagrado quando vislumbrava a sarça ardente. E cada vida que paira sobre a Terra não é, também, território sagrado, pelo simples fato de ter o privilégio da existência?
    Cada vida que se toca é tocar um tesouro único - boa sorte aos que partcipam da riqueza do metrô na hora do rush.
     Será que quando as pessoas se apaixonam por si mesmas, elas finalmente aprendem a se apaixonar pelo outro? Ou será que somente se perderam no conceito do que é se apaixonar?

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