quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Lições de um 11 de novembro

Hoje eu aprendi que um professor é também um psicólogo, amigo e às vezes um antropólogo. Aprendi que ser professor não é uma profissão, mas um jeito de ser.


Experimentei que a maior conquista na vida de alguém é ter conquistado outras vidas e que podemos superar nossos limites se os conhecemos.


Vi que escolhemos nossos ícones baseado no que desejamos ser e que ainda não conseguimos (e que ainda não conseguimos). Pessoas se tornam ícones de vitória, competência ou santidade através de propósitos que criaram para si mesmas e obtiveram o reconhecimento.


Aprendi que as mais lindas orações podem nascer às 7 horas da noite, no meio de um engarrafamento com uma chuva torrencial e que se pode ser feliz às 10 horas da noite, com o corpo doendo, uma amiga ao lado, no meio do engarrafamento se gabando porque conseguiu o autógrafo do Gabriel Chalita.


Ao fim, percebi que o fim de um dia não encerra as possibilidades ou felicidade, mas as reabastece para dar um novo fôlego às surpresas que estão por vir.

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