segunda-feira, 11 de maio de 2009

Bons tempos...

Não dá para acreditar!!! Em menos de uma semana, sabe o q passou d novo na TV?!?! "De repente 30"!! Então, acabei de assisti-lo pela milésima primeira vez. E sinceramente, acho q esse filme me persegue.
Já tentei alcançar várias conclusões com isso, e sinceramente acho que Deus está colocando esse filme muito frequentemente para me ensinar algo. Só pode ser! Bem, mesmo que não seja, tirei mais uma conclusão desse filme, que é interessante para a data de hoje.

Tem uma cena, que no meio da epifania da Jenna, ela percebe que gostaria de ter uma revista mais simples, com mais sorrisos, com aquele gostinho de saudade dos bons tempos... E sabe o que eu pensei?! "Bons tempos aqueles..."
Bons tempos em que eu não tinha com o que me preocupar a não ser com o dever de casa de matemática que eu sempre tinha preguiça de fazer;
bons tempos aqueles que todo dia eu comia um docinho e não precisava procurar nada light depois para cortar minha culpa;
bons tempos aqueles que antes dos meus pais chegarem em casa eu fazia um monte de desenhos para eles ficarem felizes;
bons tempos que tinha o Rá Tim Bum, sem nenuma baixaria e o Marcelo Tas era só o "porque sim não é resposta";
bons tempos quando só tinha uma televisão em casa e todo mundo tinha que entrar num acordo do que assistir...

E a minha pergunta é: O que você deu para sua mãe hoje? Ou melhor, o que você se permitiu sentir hoje? Percebi que o que todos nós desejamos mesmo é poder voltar um pouquinho no tempo através das nossas lembranças e (res)sentir aquela fase maravilhosa que foi só nossa, para poder dizer "fui feliz e não sabia". Voltar ao passado é um meio de pegar impulso para ir para frente. Sabe o que dei para minha mãe? Amor!! E vou te dizer que foi um dos anos que o meu bolso doeu menos e que deixou minha mãe mais feliz. Simplesmente desenhei para dizer o que sinto.

Desejo que possamos olhar para nossos passados e soltar suspiros ao lembrar do caramelo Nestlé ou do pirulito Zorro, além de não temer se encontrarmos no meio desse percurso alguns arranhões de feridas que sentimos.

Ou eu permito que a minha história me desfaça, ou permito que ela me refaça.

Obs: Parabéns, Mamãe!!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Time machine - máquina do tempo?!?!

Deus me deu a graça de estar "adoentada" nesses dois últimos dias. Por isso, precisei ficar em casa de repouso, e como todo bom brasileiro quando está de repouso, fui assitir TV! Ontem eu vi pela milésima vez "De repente 30" e hoje vi "Um homem de família". Bem, você não precisa assitir tudo para saber do que se trata e de como pode acabar. Ambos falam de pessoas que, por um efeito mágico, mudaram de vida. No primeiro, a menina que tinha 13 anos abre os olhos e vê que tem 30 anos. Lembra de um do Tom Hanks?! Igualzinho!! No outro, um homem bem sucedido abre os olhos e se vê morando num subúrbio, com uma vidinha regular.

Independente do enredo e do final (obs: são filmes ótimos!), o que importa é que eles chegam a uma conclusão do que de fato é importante na vida. Só que aí eu parei para me perguntar: como isso acontece na vida real?! Convenhamos, não existe máquina do tempo ou uma fórmula mágica para nos tirar da nossa vida cotidiana. Nós precisamos descobrir o que é importante na vida nessa vida!

São tantos os filmes mágicos que encontramos nas eternas locadoras para nos distrair. E no final das contas, você percebe que tudo que precisamos são bons relacionamentos.

Assim como no Pequeno Príncipe, "tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas." Precisamos conservar as pessoas que Deus designou que entrassem em nossas vidas. E essa responsabilidade se resume em: deixe de ser egoísta e olhe para o outro, perceba a necessidade do outro e lute para que ele/ela seja feliz.
Porém, o maior relacionamento a ser preservado é o relacionamento com o próprio Deus. "todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus." (IJo 4, 7c) Só consegue conservar bem o relacionamento com o próximo aquele que conserva primeiramente seu relacionamento com Deus.
Imagino a "continuação do final" desses filmes. Acho que não seria aquele momento contagiante perdurando por todos os dias. E sabe por quê? Porque é vida!
Pense bem! Você não terá a chance de reparar seus erros com uma máquina do tempo, ou um pó do desejo, ou através da vela do bolo de aniversário. Você só tem o agora pra perceber que o que realmente importa é a qualidade dos relacionamentos que você tem. E eu tenho uma surpresa: um relacionamento bem vivido gera santidade!
Uma boa reconciliação pra você!